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Lucíola 2

Em caráter experimental, em junho de 2019 foi realizado no Brasil o primeiro transplante de células-tronco adultas retiradas do tecido adiposo abdominal do próprio paciente. À frente desse marco estão pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), da Faculdade de Medicina e profissionais do Hospital Risoleta Neves, com apoio do Hospital das Clínicas. Embora esse caso ilustre bem a importância das células-tronco para a medicina, ainda existe um debate de implicações éticas em curso no Brasil que está longe de terminar e alcançar um consenso.

Por outro lado, a Organização Mundial de Saúde afirma que 16 milhões de brasileiros sofrem desse transtorno. Uma epidemia, que atinge quase 10% da população adulta de nosso país. Desse total, mais de um terço terá feridas graves e estará sujeito à amputação dos membros inferiores (pernas, pés ou dedos). Outras doenças de grande incidência, como o diabetes, por exemplo, também são objeto de estudo de pesquisadores brasileiros dessa área, inclusive da UFMG.

A TV UFMG produziu uma série de três vídeos sobre o tema.

No primeiro programa, pesquisadores explicam o que são células-tronco e mostram um dos trabalhos de investigação realizado na instituição. Trata-se do desenvolvimento, pelo Laboratório de Angiogênese e Células-tronco (LanCet) do ICB, de terapias celulares para o tratamento de doenças vasculares.

O outro vídeo aborda o primeiro transplante, realizado por pesquisadores e profissionais do Instituto de Ciências Biológicas, da Faculdade de Medicina e do Hospital Risoleta Tolentino Neves, em parceria com o Hospital das Clínicas da UFMG, com células-tronco adultas retiradas do tecido adiposo abdominal.

No terceiro vídeo, Mariana Lara, professora de Direito Civil da Faculdade de Direito, fala sobre as implicações éticas e jurídicas que ainda persistem no debate sobre o tema.

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SAIBA MAIS

Em maio de 2008, o Supremo Tribunal Federal considerou constitucional o artigo 5° da legislação, que trata do tema de uso de células-tronco. A Lei de Biossegurança (11.105, de 24 de março de 2005) autoriza, com restrições, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro

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(Com  Cedecom UFMG)

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