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Portal do Instituto de Ciências Biológicas - ICB Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
  1. Nature entrevista professor do ICB sobre o *faça você mesmo* na democratização da ciência

    gustavo.menezes.by.foca.lisboaO professor Gustavo Menezes (foto), do departamento de Morfologia do ICB, foi entrevistado pelo jornalista Sandeep Ravindran para a revista cientifica Nature, sobre como "fazer ciência com pouco". Ou, como declara o título, numa tradução livre: "Como o "faça você mesmo" as suas tecnologias está democratizando a ciência".

    Criatividade e determinação são palavras que talvez estivessem na resposta curta a este desafio. Mas a revista mais conceituada do mundo destaca o trabalho de alguns cientistas de diferentes países e mostra em detalhes até onde vai a determinação de quem se desponta no ramo embora enfrente desafios para desenvolver ciência sem o devido financiamento.

    No caso do professor brasileiro a notícia conta que ele usava um microscópio confocal de 1 milhão de dolares em seu intercâmbio no Canadá, mas não havia possibilidade de adquirir um igual para poder continuar seu trabalho no Centro de Biologia Gastrointestinal do ICB, ao retornar ao Brasil.

    Mas eis que eleencontrou a solução: com criatividade, conhecimento e parcerias Menezes conseguiu modificar um outro modelo mais acessível para a mesma função, gastando menos de 10 mil dolares.

    reprodução.Nature.Gustavo.MenezesO texto, em inglês, que também mostra a importância do conceito de publicações de acesso aberto, ou "open science", reporta ainda que "Menezes compartilhou seu projeto de baixo custo com laboratórios de todo o Brasil, inclusive em algumas das partes mais pobres do país". Alguns dos professores que desenvolveram seu projeto nunca haviam usado um microscópio confocal antes, afirmou o professor à Nature. “Essas tecnologias devem estar disponíveis para cada pessoa que deseja fazer pesquisa”, alertou o brasileiro.

     

    LEIA A ENTREVISTA

    How DIY technologies are democratizing science
    Open science and 3D printing are making it easier than ever for researchers to embrace do-it-yourself lab tools
    Sandeep Ravindran, Nature, 17/11/2020

     

    SAIBA MAIS SOBRE O CENTRO DE BIOLOGIA GASTROINTESTINAL DO ICB

    Laboratório do ICB inaugura microscópio confocal de última geração  (15/05/ 2017)

     

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  2. Pesquisa internacional classifica 11 cientistas do ICB entre os mais influentes do mundo ao longo da carreira

    Robson.Santos.Reproducao.TVUFMGDos 30 professores e pesquisadores da UFMG mais influentes ao longo de suas carreiras 9 são do Instituto de Ciências Biológicas. Eles integram o seleto grupo composto por 600 cientistas brasileiros que constam na lista dos 100 mil cientistas mais influentes do mundo.

    A afirmação se baseia em levantamento assinado por John P.A. Ionnidis, da Universidade Stanford (EUA), Kevin W. Boyack, da SciTech Strategies, Inc. (EUA), e Jeroen Baas, da Elsevier (Holanda), publicado no periódico Plos Biology.

    O estudo usou as citações da base de dados Scopus, e para apurar a influência de cientistas, analisou sua posição em dois rankings construídos: impacto ao longo da carreira (Tabela-S6-career-2019) e impacto em um único ano, 2019 (Tabela-S7-singleyr-2019).

    Seiscentos pesquisadores de instituições brasileiras integram a lista, sendo que 47 deles são de Minas Gerais. Numa outra possibilidade de leitura dos dados, quando consideradas apenas as citações de 2019, a UFMG tem 39 pesquisadores, 11 do ICB, entre os 100 mil mais influentes do planeta.

    AO LONGO DA CARREIRA
    Ary T. Oliveira-Filho
    Egler Chiari
    Frédéric Frézard
    Geraldo Wilson Fernandes
    Mauro Martins Teixeira
    Paula Cabral Eterovick
    Ricardo Tostes Gazzinelli
    Robson A. Souza Santos
    Sérgio Danilo Pena

    CITAÇÕES DE 2019
    (Todos os acima mais:)
    Alexander Birbrair
    Luiz Renato França

    Segundo a Elsevier, responsável pela produção do Scopus desde 2004, a base de dados multidisciplinar reúne - desde 1960 - resumos de quase 30 milhões de artigos, referências e índices da literatura científica, técnica e médica.

    Orgulhoso com o resultado, o pró-reitor de Pesquisa da UFMG Mário Montenegro Campos chama a atenção para o fato de que, embora a Scopus seja uma das bases de dados mais importantes no campo das publicações científicas, outros levantamentos que tomem por referência bases diferentes certamente terão números e listas também diferentes.

    LISTA COMPLETA DOS PESQUISADORES MAIS INFLUENTES DO MUNDO QUE ATUAM NA UFMG

    Sob a perspectiva de carreira (por ordem alfabética dos sobrenomes)

    Jussara M. Almeida | Instituto de Ciências Exatas (ICEx) // Virgilio Almeida | ICEx // Heloísa Beraldo I ICEX // Francisco Cardoso | Faculdade de Medicina // Egler Chiari | ICB // Virgina Ciminelli | Escola de Engenharia // Anderson Dias | ICEx // Ronald Dickman | ICEx // Paula Cabral Eterovick | Instituto de Ciências Biológicas - ICB* // Geraldo Wilson Fernandes | ICB // Teresa Cristina de Abreu Ferrari | Medicina // Roberto B. Figueiredo | Engenharia // Frédéric Frézard | ICB // Ricardo Tostes Gazzinelli | ICB** // Ado Jorio | ICEx // José Roberto Lambertucci | Medicina // Herman Sander Mansur | Engenharia // Gilberto Medeiros-Ribeiro | ICEx // Ary T. Oliveira-Filho | ICB // Sérgio Danilo Pena | ICB // Fernando M. Q. Pereira | ICEx // Antonio Eduardo Clark Peres | Engenharia // Andy Petroianu | Medicina // Marcos A. Pimenta | ICEx // Antonio Luiz P. Ribeiro | Medicina // Renato de Lima Santos | Escola de Veterinária // Robson A. Souza Santos | ICB // Brian V. Street* | Faculdade de Educação (FaE) // Mauro Martins Teixeira | ICB // Silverio Visacro | Engenharia

    Lista dos mais influentes de 2019 (por ordem alfabética dos sobrenomes)

    Fabrício Benevenuto | ICEx // Heloisa Beraldo | ICB // Alexander Birbrair | ICB // Luiz Gustavo Cançado | ICEx // Virgina Ciminelli | Engenharia // Maria Isabel Toulson Correia | Medicina // Fernando de Oliveira Costa | Faculdade de Odontologia // Anderson Dias | ICEx // Daniel Cunha Elias | ICEx // Paula Cabral Eterovick | ICB* // Geraldo Wilson Fernandes | ICB // Roberto B. Figueiredo | Engenharia // Adriana Silva Franca | Engenharia // Luiz Renato França | ICB // Frédéric Frézard | ICB // Karina B. Gomes Borges | Faculdade de Farmácia // Ricardo Santiago Gomes | Odontologia // Ado Jorio | ICEx // Antonio A.F. Loureiro | ICEx // Leandro Malard Moreira | ICEx // Deborah Carvalho Malta | Escola de Enfermagem // Alexandra A.P. Mansur* | Engenharia // Herman Sander Mansur | Engenharia // Ary T. Oliveira-Filho | ICB // Luiz Carlos Alves Oliveira | ICEx // Fabiana L. Del Rei Passos | Engenharia // Sérgio Danilo Pena | ICB // Fernando M. Q. Pereira | ICEx // Antonio Eduardo Clark Peres | Engenharia // Marcos A. Pimenta | ICEx // Antonio Luiz P. Ribeiro | Medicina // Renato de Lima Santos | Escola de Veterinária // Robson A. Souza Santos | ICB // Nelson Renato França Alves Silva | Odontologia // Tarcília Aparecida Silva | Odontologia // Ana Cristina Simões e Silva | Medicina // Britaldo S. Soares-Filho | Instituto de Geociências // Brian V. Street* | FaE // Mauro Martins Teixeira | ICB // Luiz F. M. Vieira | ICEx // Silverio Visacro | Engenharia

    * Paula Eterovick, graduada e doutora pela UFMG, hoje professora da PUC Minas, publicou trabalhos com grupos do ICB; o antropólogo britânico Brian Street, vinculado ao King’s College, publicou em associação com pesquisadores da Faculdade de Educação, principalmente.

    ** A filiação da professora Heloísa Beraldo não é ao ICB e sim ao ICEX UFMG.

     *** O nome do professor Ricardo Tostes Gazzinelli, que no ranking original aparece apenas como Fiocruz, entidade à qual ele também integra, foi incluído no dia 25 de novembro.

     

    LEIA O ARTIGO

    Updated science-wide author databases of standardized citation indicators
    John P. A. Ioannidis ,Kevin W. Boyack,Jeroen Baas
    Published: October 16, 2020
    PLoS Biol 18(10): e3000918

     

    (Com informações do jornalista Itamar Rigueira Jr., do Cedecom/UFMG)

  3. Iniciação Científica exclusiva para alunos de Biologia negros na área ambiental

     Seleção para estudantes de biologia negrosAté o dia 30 de novembro o Laboratório de Ecologia e Conservação do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG está com inscrições abertas exclusivamente para estudantes negros interessados em atuar no projeto de extensão “Diagnóstico e monitoramento do dano ambiental do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho sobre comunidades e populações de mamíferos silvestres”. O projeto é coordenado pelo profesor Adriano Paglia.

    Os estudantes precisam estar regularmente matriculados no curso de graduação de Ciências Biológicas ou cursos afins, da UFMG ou de outras instituições, e precisam necessariamente morar em Belo Horizonte.

    São duas vagas. Os selecionados vão receber bolsa de Iniciação científica, vale-transporte e seguro de acidentes pessoais por um período mínimo de 12 meses. E as atividades serão realizadas tanto no ICB, na Pampulha, quanto na Amplo Monitoramento, no bairro São Lucas.

    Dentre as atividades estão: leitura e revisão bibliográfica, processamento e análises de amostras biológicas provenientes do campo, taxidermia e tombamento de exemplares na Coleção de Mamíferos da UFMG, participação em reuniões e na elaboração de produtos científicos (artigos, trabalhos em congresso, etc) e de divulgação, auxílio na elaboração de relatórios técnicos.

    A primeira etapa do processo seletivo será composta por formulário de inscrição e análise do currículo Lattes. Os estudantes que não tiverem o Lattes devem fazer o seu e enviar o link para os selecionadores. Na etapa final todos os pré-selecionados serão chamados para uma entrevista virtual.

    PARA PARTICIPAR

    Inscreva-se preenchendo o formulário completamente: https://forms.gle/HdigrFKGWBw7NHZw8

     

     

    Foto ilustrativa: Negócio foto criado por prostooleh - br.freepik.com

  4. Conheça o Protocolo de Biossegurança do ICB

    A UFMG está retornando às atividades presenciais de forma cautelosa e atenta às orientações das autoridades. Inicialmente 20% da comunidade universitária está sendo autorizada a retornar para desenvolver atividades essenciais e tomando todos os cuidados de biossegurança.


    Resumo de Protocolos de Biossegurança ICBDescubra no quadro ao lado (clique para ampliar ou leia a transcrição no texto mais abaixo) os principais cuidados essenciais que precisam ser observados no retorno ao trabalho enquanto durar a pandemia.

    A recomendação oficial, portanto, continua sendo que todos que não estejam realizando serviços essenciais fiquem em casa, na medida do possível.

    Somente quando as autoridades sanitárias competentes e a administração central da UFMG determinarem que é possível uma nova ampliação desse processo de retomada de atividades presenciais na Universidade é que servidores e alunos poderão voltar a frequentar o ICB, sempre seguindo as regras de biosseguraça obrigatórias.

    A cada fase de retorno todos serão informados. Fique atento ao seu email.

    O site do ICBe o Facebook do ICB também irão divulgar essa informação.

    A pandemia não acabou. E se o seu trabalho é possível de ser desenvolvido a distância, o recomendação continua sendo de que, quem puder, fique em casa.

    As aulas continuarão a distância.

    Resumo do Protocolo de Biossegurança do ICB

    FASE AMARELA

    Clique no quadro acima para ampliar. Você também pode baixar o arquivo e divulgá-lo em suas redes sociais. Baixe Arquivo completo do Protocolo de Biossegurança da UFMG


    - A entrada no prédio é restrita a pessoas autorizadas e em casos excepcionais

    - As autorizações para entrada são individuais e serão emitidas pela Diretoria mediante solicitação da chefia de Departamento

    - O sentido de trânsito será sempre: entrada *apenas* pelo bloco G, e saída *apenas* pelo bloco D (de 8h às 17h40). Dê preferência às escadas

    - Todas as entregas deverão ser recebidas na portaria pelo interessado. A entrada de entregadores será permitida apenas para materiais pesados/equipamentos

    - É Obrigatório o uso de máscara cobrindo o nariz e a boca, bem ajustada ao rosto, inclusive lateralmente

    – Ao entrar e sair do prédio, higienize suas mãos com álcool em gel

    - Sempre que manipular a máscara desinfete suas mãos antes e depois

    - Mantenha distância de 2 metros das outras pessoas - Evite aglomerações

    - Todos os banheiros estão com uso limitado a 2 pessoas de cada vez, distantes no mínimo 2 metros uma da outra

    - Mantenha seu ambiente de trabalho sempre o mais ventilado possível

    - Limpe e desinfete superfícies do seu ambiente de trabalho

    - Evite usar o elevador, mas se precisar: UMA pessoa de cada vez e não toque nas paredes

    - Limpe os pés no tapete sanitizante

    - Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou faça assepsia com álcool em gel 70%

    - Traga sua própria garrafa e para reabastecê-la use apenas os bebedouros com acionamento por pedal

    - Não compartilhe itens pessoais, como canetas, canecas ou alimentos

    - Evite apertos de mãos, abraços e beijos

    - Evite tocar boca, nariz e olhos

    - Use sapato fechado

    - Caso apresente algum sintoma de risco, não venha ao ICB e procure atendimento médico.

    No vídeo abaixo você descobre quem pode e como fazer para voltar ao trabalho

    Neste vídeo você descobre quem já pode voltar. As aulas continuarão a distância

  5. Legislação equivocada compromete biodiversidade dos campos rupestres ferruginosos da Mata Atlântica

    Cientistas pedem revisão da lei de compensação da vegetação como formas de conservar a biodiversidade: perda silenciosa de espécies e serviços ambientais

    Rola.Moça.ocorrencia.campo.rupestre.ferruginosoÉ preciso que se estabeleçam novos parâmetros de compensação dos recursos ambientais com base em evidências científicas e indicadores quantitativos para que realmente haja a conservação das espécies existentes em áreas de mineração.

    Esta foi uma das principais conclusões de uma pesquisa publicada na revista científica Perspectives in Ecology and Conservation, coordenada pelo professor Fernando Augusto de Oliveira e Silveira, do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, em conjunto com pesquisadores de diversas instituições de Minas Gerais e Belém, e de Vancouver, no Canadá.

    Realizado a partir da literatura científica, o estudo avaliou se existe similaridade ecológica do campo rupestre ferruginoso e o campo rupestre quartzítico na Mata Atlântica brasileira, entre os afloramentos ferruginosos e os quartzíticos. Em outras palavras, se as áreas de lavra onde o minério de ferro é retirado e as áreas oferecidas como compensação pelas empresas mineradoras são comparáveis. O estudo mostra que não. Existem diferenças fundamentais entre a ecologia das duas áreas, o que leva a uma compensação indevida e equivocada.

    full.size.imageQuando uma área é explorada pela mineração, de acordo com a legislação a empresa precisa fazer a compensação da vegetação suprimida pela preservação de uma outra área com características similares, como meio de evitar a perda de biodiversidade decorrente dos impactos ambientais. No entanto, uma mudança na legislação realizada recentemente no estado de Minas Gerais passou a permitir que a compensação ambiental possa ser realizada em outros tipos de ecossistemas. A disposição estatal não define parâmetros claros para demonstrar a “equivalência ecológica” como uma compensação que privilegia a preservação de espécies.

    As diferenças fundamentais encontradas são tanto relacionadas à vegetação, quanto a geomorfologia (o relevo e seus processos de formação), pedologia (tipo, classificação, formação, potencialidade de uso de seus recursos e mapeamento do solo), microambientes (relativo aos microorganismos) e serviços ecossistêmicos (benefícios obtidos da natureza através dos ecossistemas com o objetivo de sustentar a vida), como a água, especialmente, além de outras diferenças estruturais e funcionais.

    “Isso indica que não existe equivalência ecológica entre os dois tipos de ambientes”, destaca o professor Fernando Silveira. “Essas mudanças na legislação ambiental ameaçam os campos rupestres ferruginosos, um importante ecossistema para a biodiversidade e para a recarga hídrica da nossa região. Esses ambientes estão desaparecendo rapidamente pelas atividades minerárias”, alerta, chamando a atenção ainda para o fato de que a nova legislação não só não leva à conservação da biodiversidade como também ocasiona perda silenciosa de espécies e serviços ecossistêmicos. A recomendação é de que a legislação seja revisada. "Com a ativa participação da comunidade científica nas discussões necessárias para a reavaliar e reformular os instrumentos legais que visam conservar a biodiversidade desses ecossistemas únicos e altamente relevantes", propõe.

    MATA ATLÂNTICA E CAMPOS RUPESTRES

    A importância desta descoberta está no fato de que muitas espécies de plantas dos campos rupestres não ocorrem em nenhum outro local, mas mesmo assim este é um dos ecossistemas menos estudados do país. Os campos rupestres são ecossistemas que constituem um tipo de vegetação antiga com alta diversidade de espécies de arbustos e árvores, em região montanhosa subtropical. Ele existe tanto no cerrado, quanto na caatinga e na mata atlântica. Na mata atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em espécies em todo o mundo, a preservação de sua biodiversidade é essencial para o bem-estar humano e seu patrimônio biológico é protegido tanto pela Constituição brasileira quanto pela Lei da Mata Atlântica. Campos rupestres ferruginosos são aqueles concentrados no Quadrilátero Ferrífero. O grande desafio, portanto, é que a sobrevivência desse ecossistema depende da preservação dos afloramentos concentrados nessa região, que ocorre em áreas rochosas e estão associados a grandes depósitos de minério de ferro e consequentemente à mineração, uma das atividades produtivas mais relevantes para a economia do estado de Minas Gerais.

    LEIA O ARTIGO

    Vegetation misclassification compromises conservation of biodiversity and ecosystem services in Atlantic Forest ironstone outcrops
    Perspectives in Ecology and Conservation
    Online 28 de outubro de 2020
    https://doi.org/10.1016/j.pecon.2020.10.001

     


     

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