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Portal do Instituto de Ciências Biológicas - ICB Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
  1. Darwin Day abre inscrições para evento no dia 17

    Darwin Day Pixabay

    A partir do dia 22 de abril vão estar abertas as inscrições para a sexta edição do Darwin Day no site do evento. A celebração internacional, que vem sendo realizada desde 2009 no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais, tem o objetivo de promover a reflexão sobre temas fronteiriços entre a Genética, Zoologia e Ecologia e divulgar as descobertas de Charles Darwin, como ponto norteador.

    Organizada pelo Centro de Coleções Taxonômicas, gratuito e dirigido principalmente a professores dos vários níveis, estudantes universitários e pesquisadores da área, o evento acontece no dia 17 de maio, a partir das 8 horas, no Auditório Nobre do Centro de Atividades Didáticas Ciências Naturais (CAD1, saiba como chegar) ,no campus Pampulha da UFMG.

    Estão previstas palestras sobre biologia evolutiva do desenvolvimento, neurobiologia evolutiva, fungos em ambientes extremos, aspectos do mecanismo de manipulação do RNA (splicing), origem e evolução das plantas, extinções e evolução, além de uma roda de conversas sobre o tema evolução biológica tanto na ciência quanto no ensino (veja a programação abaixo). Como pré-evento, no dia 16 de maio serão lançados dois livros relacionados a teoria da evolução.

    Comparando o trabalho de Darwin, na Biologia, com o de Newton, na física, o professor Fabrício Rodrigues dos Santos, um dos organizadores do evento, do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução, afirma que as descobertas de Charles Darwin são base para vários aspectos da Biologia. Ele lembra que o Darwin Day começou organizado pelo professor Sérgio Pena e que nos anos seguintes passou a ser totalmente produzido pelos estudantes da pós-graduação.

     

    Breve histórico

    Mundialmente, essa data é comemorada em 12 de fevereiro, dia de aniversário de Charles Darwin. Este ano marca as comemorações 210 anos do nascimento de Darwin e os 160 anos de publicação da Teoria da Evolução.

    Eventos celebrando o cientista tem ocorrido desde a sua morte, mas alguns mais recentes foram os que consolidaram a tradição: nos Estados Unidos, em 1990, Amanda Chemsworth e Robert Stephens começaram esforços para estabelecer a comemoração, com a Humanist Community de Palo Alto, Califórnia tendo adotado a ideia e realizado a comemoração anualmente desde então. Foi oficialmente reconhecido pelos Estados Unidos em 2015, com Jim Davis, do governo americano, mencionando que Darwin e seu dia são “símbolos merecedores de atenção. Uma celebração global da ciência e da humanidade.”



    MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: https://labs.icb.ufmg.br/lbem/darwinday

  2. Liver Center UFMG apresenta avanços na pesquisa do fígado em casos de febre amarela

    Febre Amarela Liver CenterSeminário que acontece nesta quarta-feira, 17, será no Hospital Felício Rocho

     

    Uma pesquisa do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais identificou uma alteração nas células do fígado infectadas pelo vírus da febre amarela. A importância dessa descoberta ocorre na medida em que atualmente não existe nenhum tratamento para esta doença, que, segundo a OMS, leva anualmente a morte de mais de 60 mil pessoas em todo o mundo.

    O estudo translacional, ou seja, que tem início na ciência básica e sua conclusão na aplicação prática do conhecimento,foi desenvolvido no Liver Center UFMG e analisou as células afetadas desde o nível básico, no ICB, até o nível clínico, com a participação do corpo médico do Hospital Felício Rocho.

    liver.center.17.abrilSegundo Fernanda Lemos (foto), apresentadora do seminário e uma das pesquisadoras envolvidas, do Laboratório do Cálcio do ICB UFMG, o desenvolvimento da febre amarela ainda é pouco conhecido, não existindo medicamentos para seu tratamento. Buscando reverter este quadro, especificamente no que se refere à lesão hepática, a pesquisadora apresenta os avanços obtidos na pesquisa desenvolvida pelo grupo, em seminário que acontece no dia 17 de abril, amanhã, quarta-feira, a partir das 8h, no Núcleo de Ciências da Saúde do Hospital Felício Rocho (Av. do Contorno, 9530, Barro Preto, Belo Horizonte, MG).

    Fernanda Lemos relata que seu grupo estudou os mecanismos de morte das células do fígado, os hepatócitos, no caso de infecção pelo vírus da Febre Amarela. “Quando infectadas pelo vírus da febre amarela, as células hepáticas morrem em um ritmo alto demais para se regenerarem. Isso leva à lesão hepática, cuja causa ainda é pouco conhecida”, afirma.

    Uma das principais conclusões do estudo é a demonstração de que existe uma mudança na via de sinalização das células infectadas: “o isoforma 3 do receptor para inositol trifosfato (ITPR3) se encontra presente nas células infectadas, mas não nas saudáveis”, explica Fernanda. Isso significa dizer que surge um novo receptor.

    Uma das principais conclusões do estudo é a demonstração de que existe uma mudança na via de sinalização das células infectadas: “o isoforma 3 do receptor para inositol trifosfato (ITPR3) se encontra presente nas células infectadas, mas não nas saudáveis”, explica Fernanda. Isso significa dizer que surge um novo receptor.

    Segundo ela, existe a chance desta informação levar a possíveis tratamentos contra a lesão hepática causada pela febre amarela. Como foi identificada essas alterações na Febre Amarela, pode-se futuramente empregar fármacos que modulem esta via de sinalização, restabelecendo o correto funcionamento das células hepáticas e evitando sua morte. “Caso se confirme, esta possibilidade pode ser o caminho para a produção de medicamentos específicos para a lesão hepática causada pela febre amarela”, afirma a pesquisadora.

    Apesar disso, Fernanda destaca que a vacina é a melhor opção. “Ela é eficaz e segura. São raros os relatos de efeito colateral”. Ela também explica que o possível medicamento seria útil “para os raros casos de contraindicação da vacina, mas prevenir é melhor do que remediar”, reforça.

    O QUE É?
    A febre amarela é uma doença hemorrágica, infecciosa causada por um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes, que também transmitem diversas outras doenças. Entre os sinais e sintomas, estão febre alta e danos em diferentes órgãos, especialmente o fígado e os rins. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a doença é difícil de diagnosticar na fase inicial e o adjetivo "amarelo" designa a tonalidade da pele que afeta alguns doentes, em fase mais avançada. Não há no momento nenhum medicamento específico contra a febre amarela, mas a vacina funciona de maneira eficaz.

     

    CONTATOS PARA A IMPRENSA
    Fernanda de Oliveira Lemos – Pesquisadora do Laboratório do Cálcio da UFMG.
    Avenida Antônio Carlos 6627. Prédio do ICB. Departamento de Fisiologia e Bioquímica. (31) 3409 2518

     

    MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
    Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais
    Assessoria de Comunicação Social e Divulgação Científica
    Redação: Pedro Domingos – Estudante de Jornalismo na UFMG e bolsista da Fump
    Edição: Marcus Vinicius dos Santos - Jornalista
    comunica [AT] icb [DOT] ufmg [DOT] br  |  www.icb.ufmg.br  |   (31) 3409 3011  |

     

     

  3. O BIG agora é GEE

    BIG virou GEEO Departamento de Biologia Geral do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais mudou de nome. Ele agora se chama Departamento de Genética, Ecologia e Evolução - GEE. Segundo o professor Vasco Aristón, chefe do GEE, o nome anterior não mais expressava a atual composição e as áreas de atuação dos professores e dos estudantes das duas pós-graduações oferecidas pelo departamento, no campo da genética, da ecologia e da evolução. Não bastasse, ele cita também que era o grande número de telefonemas de pessoas que achavam tratar-se de um setor "geral" do ICB, uma secretaria.

    O processo foi extenso, mas terminou sendo aprovado e oficializado por meio da resolução complementar nº 01/2019, publicada em 08/04/2019, na Edição 2053 do Boletim Informativo da Universidade. Segundo o chefe, o próximo desafio agora é divulgar o novo nome ao ponto de promover a mudança de cultura institucional e na mente das pessoas. 

    "Afinal, foram 50 anos com o nome de Biologia Geral. A primeria tentativa de mudança ocorreu ainda na gestão do professor Miguel Ângelo Marini. Mas naquela época não tivemos sucesso. No ano passado, no entanto as coisas começaram a mudar. Consultamos nossos colegas sobre possíveis nomes e foram indicados cinco. O mais votado foi aprovado em Assembleia Departamental, na Câmara Departamental e na Congregação, além de várias diligências que foram necessárias para que o novo nome fosse aprovado", diz Vasco Ariston.

    A secretaria do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução continua funcionando na sala 289, no terceiro andar do ICB, no Bloco L. Telefone: (31) 3409-2568.

     

     

     

  4. Professora da Patologia Geral é premiada por associação de pesquisa em câncer

    Carolina Cavalieri Arquivo PessoalA professora Carolina Cavalieri Gomes, do Departamento de Patologia Geral do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, recebeu da American Association for Cancer Research (AACR) uma distinção por sua carreira de jovem pesquisadora sobre câncer. A premiação Global Scholar-in-Training Awards (GSITA) foi entregue durante o maior evento científico da área, que reuniu mais de 20 mil pesquisadores de todo o mundo, no período de 29 de março a 3 de abril, em Atlanta, Estados Unidos. Entre os critérios de seleção foram analisados o currículo dos pesquisadores com até dez anos de conclusão do doutorado, sua atuação, liderança e contribuição científica.

    A Associação Americana de Pesquisa em Câncer (AACR) incentiva a melhoria da educação por meio do treinamento e consolidação de uma rede profissional de cientistas envolvidos em pesquisas básicas, clínicas, translacionais ou epidemiológicas em câncer, em países designados pelo Banco Mundial como economias de renda baixa, média baixa ou média-alta (LMIC).

    Ossos maxilares
    Durante o evento, a pesquisadora da UFMG apresentou um dos trabalhos sob sua coordenação, desenvolvido durante mestrado de sua orientanda Bruna Pizziolo Coura, no Programa de Pós-graduação em Medicina Molecular: KRAS mutations drive adenomatoid odontogenic tumor and are independent of clinicopathological features. “Nesse trabalho, que desenvolvemos com a colaboração de professores de universidades brasileiras de várias regiões do país [Pará, Rio Grande do Norte, Goiás, Pernambuco e Rio Grande do Sul], descrevemos, de forma inédita, a mutação causadora de um tumor que afeta os ossos maxilares”, resume. O trabalho foi publicado recentemente pelo periódico Modern Pathology.

    Outro estudo inédito, liderado pela pesquisadora Carolina Gomes, em parceria com os professores Ricardo Santiago Gomez, do Departamento de Clínica, Patologia e Cirurgia da Faculdade de Odontologia da UFMG, e Nada Jabado, da McGill University, foi publicado pela Nature Communication [Veja este trabalho]. O grupo identificou perfil genético de tumores dos ossos maxilares e mutações que podem se transformar em possíveis alvos terapêuticos para casos agressivos da doença, conhecida como lesão de células gigantes dos maxilares ou granuloma de células gigantes.

    Carolina Cavalieri é subcoordenadora do Programa de Pós-graduação em Medicina Molecular da UFMG. Graduada em Odontologia e mestre em Patologia Bucal pela Faculdade de Odontologia da UFMG, fez doutorado em Ciências / Farmacologia Bioquímica e Molecular no ICB, com estágio sanduíche no King's College London/University of London (UK). Foi professora visitante no Department of Human Genetics, da McGill University, Canadá. Coordena projetos de pesquisa na área de biologia tumoral, atuando, sobretudo, no estudo da patogênese molecular de neoplasias benignas e malignas de cavidade bucal.

    Notícia relacionada:

    Professores da UFMG identificam perfil genético de tumores dos ossos maxilares; descoberta traz novas perspectivas de tratamento (HTML)


     

    (Com Agência de Notícias da UFMG)

  5. Mídia - Bactéria é esperança para incapacitar inseto transmissor da dengue

    Mauro Teixeira

    Segundo o coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Dengue e professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG, Mauro Teixeira, a wolbachia é uma das estratégias mais avançadas de controle vetorial. O método consiste na inoculação da bactéria no ovo do mosquito. Na fase adulta os insetos são liberados. A substituição da população é gradual, a partir da transmissão da bactéria – que tem a capacidade de fazer com que o inseto não transmita doenças – pela fêmea a seus filhotes.

    “Estamos em um momento de muito estudo, de avanços significativos. Mas desenvolver uma vacina demora cerca de 15 anos, não é de um dia para o outro. Esperamos poder testar a wolbachia em BH em breve”, explica o professor da UFMG. O especialista afirma não haver risco de infecção para os humanos.

     Leia o restante da matéria em: Bactéria é esperança para incapacitar inseto transmissor da dengue

    De 27 a 31 de julho, na UFMG, em Belo Horizonte, o professor Mauro Teixeira participa do congresso “Convergência e inclusão: em busca de soluções sustentáveis para o diagnóstico, tratamento e controle das doenças tropicais”, o objetivo é abrir perspectivas para integração da ciência, educação e tecnologia buscando, na interdisciplinaridade, benefícios para a saúde, para o desenvolvimento do indivíduo e da sociedade abordando esse e outros assuntos.

    NOTÍCIA RELACIONADA

    Capitais têm tido períodos hiperepidêmicos de dengue a cada três anos

    (Mídia é uma tentativa da ACbio de reunir notícias sobre o ICB)

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