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Portal do Instituto de Ciências Biológicas - ICB Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
  1. Concurso nacional de inovação do Instituto Claro tem dois alunos do ICB na final

    Equipe criou plataforma para estimular jovens a se encantarem pelos processos de aprendizado por meio da gamificação colaborativa

    educameDois estudantes da graduação em Ciências Biológicas da UFMG estão entre as três equipes finalistas da 9ª edição do Programa Campus Mobile, na categoria Educação. O concurso nacional de inovação e empreendedorismo promovido pelo Instituto Claro tem como objetivo incentivar universitários e recém-formados a construírem soluções com impacto social por meio de aplicativos. Serão avaliados implementação, design e usabilidade, articulação e difusão e a realização do aplicativo. O nome da equipe ganhadora será divulgado até 5 de maio.

    João Victor Souza Alves e Wilian Araújo Lopes, alunos do Instituto de Ciências Biológicas (ICB-UFMG), se uniram a Mathews Martins Sant'ana Lima, da área de informática, e criaram uma equipe com a pretensão de contribuir para o decréscimo de aprendizado no ensino remoto e a distância (EAD) e otimizar o aprendizado do ensino presencial.

    Para isso, criaram a plataforma Educame, que atua como um hub de soluções metodológicas inovadoras com materiais, divulgação científica e jogos didáticos, capaz de estimular crianças e adolescentes a se encantarem pelos processos de aprendizado por meio da gamificação colaborativa com os professores, ensino personalizado para determinado modo de aprendizado do aluno e um ambiente digital lúdico.

    EMPREENDEDORISMO CRIATIVO

    Segundo João Victor, foram usadas metodologias ativas, aplicadas de diversas maneiras, de acordo com o perfil das características de diferentes grupos de alunos que possam vir a ser atendidos: além da gamificação, que aumenta o engajamento dos alunos e potencializa a aprendizagem; há também a sala de aula invertida, onde professor instrui os estudantes a pesquisarem sobre um assunto antes da aula e posteriormente discutir os resultados em sala de aula, assim como também utiliza a metodologia da problematização, que leva o aluno a refletir e a elaborar hipóteses a partir da observação de problemas do cotidiano e a testar essas hipóteses em algum jogo personalizado criado pela equipe.

    A primeira etapa do concurso do Instituto Claro começou em fevereiro e contou com 198 participantes de 68 universidades de todo o Brasil. Após uma semana imersiva, na qual os concorrentes passaram por palestras, mentorias, maratonas de programação e oficinas com especialistas e profissionais do mercado, os três projetos finalistas de cada categoria foram indicados.

    PERSPECTIVAS

    Após serem selecionados como finalistas, a equipe está desenvolvendo o MVP (produto mínimo viável) do aplicativo, e a validação do modelo de negócios para a final do programa. Nessa última etapa, a equipe passará por novas mentorias e capacitações para prosseguir com o desenvolvimento.

    Os primeiros lugares nacionais ganharão um prêmio em dinheiro e uma viagem ao Vale do Silício, nos Estados Unidos, para conhecer empresas de sucesso na área de tecnologia. As projeções futuras da equipe são além de ganhar o programa, buscar por investimentos que poderão formalizar e escalar o aplicativo como um negócio de impacto.

     

    MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

    João Victor Alves: joaovictoralves [AT] ufmg [DOT] br

    Wilian Araújo Lopes: wilianlopes [AT] ufmg [DOT] br

    https://educamebrasil.com.br

     

     

    (Com informações da Assessoria de Imprensa da UFMG)

     

  2. Comportamento de células da resposta imunológica pode influenciar gravidade de casos da dengue

    Aedes aegypti James.Gathany.Wikipedia.CommonsO episódio 54 do Programa Aqui Tem Ciência, da Rádio UFMG Edcucativa, apresenta pesquisa do ICB que analisou as células sanguíneas de 37 voluntários por meio da técnica chamada citometria de fluxo buscando uma melhor compreensão de como se comportam oito tipos de células envolvidas na resposta imune inata.

    Afinal, o que faz uma pessoa ter um quadro mais grave ou mais leve de dengue? Essa pergunta foi o ponto de partida da tese de doutorado da bióloga Iracema Carvalho, defendida no Programa de Pós-graduação em Microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG.

    Os resultados mostraram que alguns desses grupos de células responsáveis pela resposta imunológica das pessoas estavam diferencialmente ativos, produzindo níveis maiores de mediadores inflamatórios nos voluntários com quadros mais graves dessa arbovirose. "Isso indica que essa hiperativação acontece desde o início da infecção pelo vírus", explica a autora.

    Segundo Iracema, pesquisadores poderão, no futuro, utilizar resultados de sua tese para caracterizar diferentes perfis de resposta imunológica correspondentes a vários quadros clínicos. Com os perfis traçados poderão identificar pessoas mais propensas a desenvolver quadros graves de dengue e propor novos tratamentos.

    RAIO-X

    Avaliação da contribuição de células da imunidade inata para o desenvolvimento de distintos quadros clínicos da dengue

    O que é: investigação do papel exercido por diferentes componentes da resposta imunológica à infecção pelo vírus da dengue em humanos. O estudo avaliou a contribuição da ativação de distintos tipos celulares para a configuração de forma mais grave ou mais branda da doença.

    Pesquisadora: Iracema Luisa Quintino de Carvalho

    Orientador: Helton da Costa Santiago

    Ano da defesa: 2020

    Programa: Pós-graduação em Microbiologia do Instiutto de Ciências Biológicas da UFMG

    Financiamento: CNPq, Capes e Fapemig


    O episódio 54 do programa Aqui tem ciência é apresentado por Alicianne Gonçalves, responsável também pela produção e edição. Os trabalhos técnicos são de Breno Rodrigues.

    O programa é uma pílula radiofônica sobre estudos da UFMG e abrange todas as áreas do conhecimento. A cada semana, a equipe da emissora apresenta os resultados do trabalho de um pesquisador da Universidade.

    O Aqui tem ciência fica disponível em aplicativos de podcast como o Spotify e vai ao ar na frequência 104,5 FM, às segundas, às 11h, com reprises às quartas, às 14h30, e às sextas, às 20h.

     

    (Com Agência de Notícias e Rádio UFMG Educativa. Foto: 'Aedes aegypti', por James Gathany I Wikimedia Commons)

  3. RedeVírus detecta variante do Reino Unido do coronavírus em oito estados brasileiros

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    Em Minas Gerais, além da capital, pelo menos outras três cidades do interior têm a linhagem mais contaminante do vírus, assim como Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Paraná, Mato Grosso e Sergipe

     

    Estudo desenvolvido por pesquisadores do ICB, junto à Rede Corona-Ômica BR-MCTI, em colaboração o Instituto Hermes Pardini e a UFRJ anunciou hoje, dia 23/2/2021, o sequenciamento de 25 genomas de SARS-CoV-2 pertencentes à variante viral originária do Reino Unido (linhagem B.1.1.7, também conhecida como VOC202012/01 ou 501Y.V1).

    Os pesquisadores selecionaram 25 amostras para o sequenciamento, de um banco de dados composto por 740 mil exames disponibilizados pelo Instituto Hermes Pardini. Essas 25 amostras apresentavam uma característica molecular atípica (falha na amplificação do gene S com detecção do gene N) ao longo do exame.

    Todas as 25 amostas (coletadas entre 7 e 21 de Janeiro/21) são da linhagem do Reino Unido.

    Os locais de coleta foram os estados de Minas Gerais incluindo a capital Belo Horizonte e cidades do interior (Betim, Araxá, e Barbacena), Rio de Janeiro incluindo capital e Campos dos Goytacazes, Curitiba (PR), Mato Grosso incluindo Cuiabá e Primavera do Leste, Aracajú (SE), São Paulo capital e interior (Americana, Santos e Valinhos), interior da Bahia (São Sebastião do Passe) e interior do Espírito Santo (Barra do São Francisco).

    “Estudos científicos já sugerem que a linhagem B.1.1.7 é mais transmissível e nossas análises mostraram a sua detecção em estados que ainda não tinham essa confirmação”, esclarece o professor Renan Pedra, do Laboratório de Biologia Integrativa do ICB UFMG.

    Do mesmo laboratório, o professor Renato Santana de Aguiar, que atuou na avaliação e análise dos resultados, esclarece que a "falha na detecção do gene S não invalida o diagnóstico de covid-19 e já foi descrito como consequência de deleções nas posições 69/70 da proteína de superfície "spike” (a coroa do coronavírus)”, o que, segundo ele, permite caracterizar a variante B.1.1.7 do Reino Unido nas amostras observadas.

    Em nota, a Rede Vírus ressalta a importância da vigilância genômica, que é o processo de acompanhar as variantes virais avaliando sua detecção e dispersão no Brasil, e informa a continuidade nas análises ao longo da pandemia

    EQUIPE ENVOLVIDA

    Filipe Romero Rebello Moreira 1, Diego Menezes Bonfim 2, Danielle Alves Gomes Zauli 3, Joice do Prado Silva 3, Aline Brito de Lima 3, Frederico Scott Varella Malta 3, Alessandro Clayton de Souza Ferreira 3, Victor Cavalcanti Pardini 3, Daniel Costa Queiroz 2, Rafael Marques de Souza 2, Victor Emmanuel Viana Geddes 2, Walyson Coelho Costa 2, Wagner Carlos Santos Magalhaes 2, Rennan Garcias Moreira 4, Carolina Moreira Voloch 1, Renan Pedra de Souza 2, Renato Santana Aguiar 2,5.

    1 Departamento de Genética, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

    2 Laboratório de Biologia Integrativa, Departamento de Genética, Ecologia e Evolução, Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.

    3 Instituto Hermes Pardini, Belo Horizonte.

    4 Centro de Laboratórios Multiusuários, Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.

    5 Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), Rio de Janeiro.

     

    MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

    Prof. Renato Santana <santanarnt [AT] gmail [DOT] com> ICB UFMG
    Prof Renan Pedra de Souza <renanrps [AT] ufmg [DOT] br>  ICB UFMG

     

    (Com Assessoria de Imprensa do MCTI. Imagem freeuse por Fundo vetor criado por YusufSangdes - br.freepik.com)

     

  4. Pesquisa com participação do ICB registra 1º caso de animal com o novo coronavírus em BH

    stockvault boxer dog lying down131801Um cão da raça boxer, em convívio com uma família com casos confirmados de covid-19, foi detectado como positivo ao novo coronavírus no munícipio de Belo Horizonte.

    A informação foi dada pelo professor David Soeiro, do Laboratório de Epidemiologia e Controle de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na tarde desta segunda-feira, dia 22 de fevereiro de 2021.

    De acordo com o professor, que coordena o projeto em Belo Horizonte, os resultados reforçam a ideia de que os pets podem ser contaminados no convívio com os humanos, e não o inverso. Logo, destaca-se a importância de usar a máscara e manter distanciamento dos animais de estimação. 

    Até o momento onze animais já foram identificados como positivos para o novo coronavírus, o que foi noticado aos órgãos oficiais, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Organização Mundial de Saúde Animal. Até o momento foram diagnosticados um gato (Cuiabá-MT), quatro cães e um gato (Curitiba-PR), dois gatos (Região Metropolitana do Recife-PE), um cão e um gato (Campo Grande-MS) e um cão em Belo Horizonte-MG.

    Os laudos laboratoriais foram emitidos pelo Laboratório Tecsa Saúde Animal e, em Belo Horizont, também colabora nessa testagem o Laboratório de Virologia Molecular, coordenado pelo professor Renato Santana de Aguiar, do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução do ICB UFMG.

    Os animais testados nacionalmente fazem parte do projeto de pesquisa multicêntrico financiado pelo CNPq e Ministério da Saúde intitulado “Estudo multicêntrico para a vigilância de SARS-CoV-2 em animais de companhia com interface à Saúde Única (PetCOVID-19 Study)”, que possui como objetivo geral a promoção da vigilância de SARS-CoV-2 em animais de companhia do Brasil.

    Segundo David Soeiro, nesta pesquisa são incluídos animais de companhia cujo tutor esteja em isolamento domiciliar, com diagnóstico laboratorial confirmado para SARS-CoV-2 por RT-qPCR ou resposta imunológica apenas por IgM (caracterizando doença ativa), até sete dias da data do diagnóstico, residente em uma das seis capitais: Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Recife (PE), São Paulo (SP) e Cuiabá (MT).

    "Os tutores ou familiares voluntários recebem um termo de consentimento livre e esclarecido e questionário de televigilância, a fim de determinar as características ambientais e outros fatores associados à infecção nos animais", explica o professor do ICB. Para análise da transmissão de SARS-CoV-2 entre humanos e seus animais, serão coletadas amostras biológicas com intervalo médio de sete dias. Os resultados dos testes são o mais brevemente possível informados aos tutores / familiares através de contato telefônico e pela emissão de laudo eletrônico, que será enviado por e-mail ou aplicativo de comunicação.

    O pesquisador esclarece ainda que levando-se em conta os relatos sobre a detecção de SARS-CoV-2 em animais e a grande proximidade entre pessoas e seus animais de estimação, principalmente cães e gatos e em território brasileiro, "é importante esclarecer aspectos da história natural da doença, como o possível ciclo zooantroponótico, sempre em consonância com os preceitos do Sistema Único de Saúde e da Saúde Única, que prega a indissociabilidade entre saúde humana, animal e ambiental".

    PROJETO SEGUE EM BUSCA DE VOLUNTÁRIOS

    "Quem se enquadrar nas condições de participante da pesquisa fazer contato pelo email covidufmg [AT] gmail [DOT] com.

    SERVIÇO

    O QUÊ: Oportunidade de tutores positivos testarem gratuitamente seu animal de companhia para SARS-CoV-2 por swab e sorologia.

    ONDE: Nas seis capitais estaduais incluindo Curitiba, Campo Grande, Belo Horizonte, São Paulo, Recife e Cuiabá.

    COMO: Informações e contato pelo e-mail covidufmg [AT] gmail [DOT] com.

     

    LEIA TAMBÉM

    Estudo nacional com participação do ICB UFMG vai testar gratuitamente covid-19 em cães e gatos de Belo Horizonte - (20/20/2020)

     

    MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

    Prof. David Soeiro Barbosa - Laboratório de Epidemiologia e Controle de Doenças Infecciosas e Parasitárias do
    Departamento de Parasitologia do ICB UFMG -  davidsoeiro [AT] icb [DOT] ufmg [DOT] brdavidsoeiro [AT] gmail [DOT] com

     

     

    Atualizada às 19h35, de 22/02/2021. FOto meramente ilustrativa, por Freepik.com

  5. Conheça os programas e projetos de extensão que estão oferecendo bolsas

    Banner Destaque ICB 2020 1

    O Centro de Extensão do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) está com inscrições abertas para diversos processos seletivos para projetos e programas do Instituto.

    Para garantir uma das vagas disponíveis, o estudante interessado deve acessar a página do Cenex ICB e consultar as oportunidades e os Editais, onde são descritos quais são os passos e os requisitos necessários para se inscrever em cada uma das oportunidades.

    Caso o aluno do ICB seja classificado em mais de uma vaga será necessário escolher apenas um, ou segundo o Edital.

    Conheça as vagas disponíveis.

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