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Portal do Instituto de Ciências Biológicas - ICB Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
  1. Mostra ICB 2020 vai debater com o público Ensino Remoto, Coronavírus e Inteligência Artificial

     Mostra.ICB.PostNos dias 5 e 6 de outubro será realizada a Mostra ICB 2020, que este ano, a despeito da pandemia, também será a distância e transmitida para o YouTube.com/canalicbufmg.

    A programação será composta por quatro mesas. Duas a cada dia. A dinâmica adotada prevê uma hora de apresentações, sendo que cada convidado terá cerca de 20 minutos para falar. Em seguida haverá uma hora de debates com os participantes.

    No dia 5/10 o assunto será Ensino Remoto Emergencial (ERE). Às 14h30 serão avaliadas as aulas da Pós-graduação, e às 17h será a vez da graduação.

    No dia 6/10 os trabalhos começam mais cedo. Às 10h o assunto será Inteligência Artificial. A última mesa será às 14h, com apresentação de alguns dos estudos sobre covid-19 desenvolvidos no ICB UFMG.

    SEMANA DO CONHECIMENTO

    O evento integra a 29ª Semana do Conhecimento UFMG (https://www.ufmg.br/semanadoconhecimento/) que paralelamente também faz parte das atividades da 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontecemde 19 a 23 de outubro.

    Segundo a professora Élida Rabelo, vice-diretora do Instituto, e coordenadora da Mostra do ICB, apesar da limitação imposta pelo distanciamento necessário nesse momento, a ideia continua sendo reafirmar o compromisso social da universidade pública e dar mais visibilidade às práticas de ensino, pesquisa e extensão para o público em geral e com isso ampliando o compartilhamento do conhecimento e fortalecer espaços de troca cada vez mais capazes de respeitar as diferenças e a diversidade de saberes, culturas e experiências.

    Em sua sexta edição, o evento é organizado em conjunto pela Diretoria, Núcleo de Assessoramento à Pesquisa (NAPq), Núcleo de Apoio à Pós-graduação (NAPG), e pelos centros de Graduação (Cegrad) e de Extensão (Cenex), com apoio da Assessoria de Comunicação Social e Divulgação Científica (ACBio) e assessoramento da Coordenadoria de Assuntos Comunitários da UFMG (CAC).

  2. Incêndios no Pantanal: aula aberta ao público analisa causas e consequências

    incendios.pantanal.dia29.9.as19hNa próxima terça-feira, 29 de setembro de 2020, às 19 horas, a aula online da disciplina Ecologia do Fogo, sobre "Incêndios no Pantanal: causas, comportamento do fogo e consequências" será aberta, gratuitamente, e transmitida pelo Youtube.

    Quem acompanhar a Live terá a oportunidade de também fazer perguntas (Clique na imagem ao lado e acesse o local da transmissão no YouTube).

    Christian.Neil.Berlink.AnalistaAmbientalCenapICMBio Foto.ArquivoO convidado para a apresentação é Christian Neil Berlink (foto ao lado), analista ambiental do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ele coordenou a implementação do manejo de fogo em diversas áreas protegidas do ICMBio e atualmente está à frente das ações de combate às chamas no Pantanal.

    Segundo o pesquisador, o Pantanal é a maior área alagada do planeta, mas que vem vivenciando uma intensa seca, desde 2019. "A redução das chuvas diminuiu a quantidade de água nos rios e nas planícies de inundação, e resultou em solos e vegetação extremamente secos", afirma.

    Esses fatores, aliados às altas temperaturas e a ventos fortes, mas principalmente ao uso inadequado do fogo, acarretou incêndios florestais de grandes proporções, intensos e severos, com grande complexidade de controle.

    "Os impactos da fumaça no sistema respiratório, agravado pelo Covid-19, os danos econômicos à agropecuária e ao turismo, e a transformação da paisagem e perda de biodiversidade são incalculáveis e dificilmente serão recuperados", analisa. O professor José Eugênio Côrtes Figueira, do Laboratório de Ecologia de Populações do ICB e que coordena a disciplina Manejo do Fogo, fala dos conceitos e estudos sobre a ecologia do fogo, e convida a todos a participar deste encontro.

    Link para a apresentação: https://youtu.be/ODXangIqdsw

    SITUAÇÃO DAS QUEIMADAS NO DIA 1°

    Quimadas no Pantanal.Alice.ThuaultNa quinta-feira, dia 1º, também às 19h, será a vez da cientista política e antropóloga Alice Thuault falar sobre a situação das queimadas no Pantanal sob a perspectiva de sua experiência no Instituto Centro de Vida (ICV), onde atua como diretora adjunta e lidera a construção de soluções concretas para o desmatamento e a mitigação das mudanças climáticas. Os webinars são uma parceria entre a Pró-reitoria de Extensão (Proex), por meio da Diretoria de Divulgação Científica (DDC), e o Programa de Pós-graduação em Ecologia, Conservação e Manejo de Vida Silvestre (ECMVS), do Instituto de Ciências Biológicas (ICB). Os eventos serão transmitidos pelo canal da Proex no YouTube.

    ECOLOGIA, CONSERVAÇÃO E MANEJO

    Manejo do Foto é um disciplina do Programa de Pós-graduação em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre (ECMVS), que é oferecido no Instituto de Ciências Biológica da UFMG a partir da união de três de seus departamentos: de Genética, Ecologia e Evolução, de Botânica e de Zoologia.

    O ECMVS tem como visão ser um programa de pós-graduação transdisciplinar, no qual docentes e discentes trabalham orientados por problemas em Ecologia e Conservação.

    MAIS INFORMAÇÕES: colposecmvs [AT] icb [DOT] ufmg [DOT] br

     

    PARA A IMPRENSA:

    Prof. José Eugênio Côrtes Figueira - <cortesfigueira [AT] gmail [DOT] com> - Coordenador da Disciplina Manejo do Fogo.

    Dra. Eugênia Kelly Batista - <biogenia [DOT] k [AT] gmail [DOT] com> - Pesquisadora de Manejo do Fogo e da equipe de organização do evento.

     

     

    Fotos: Fernando Tatagiba / ICMBio. Atualizada em 25/9/2020, às 17h50.

  3. OPINIÃO - Do uso de máscaras à imunidade coletiva

    * Samir Elian

    PENSANDO SOBRE BELO HORIZONTE/MG: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS, ESTABILIDADE NOS PARÂMETROS E UM POUQUINHO DE ESTRANHEZA…

    Não sei se vocês sabem, mas moro em Belo Horizonte. Aqui, a prefeitura libera nos dias úteis um boletim epidemiológico. As emissões iniciaram no dia 20/04 e hoje (17/09) estamos no boletim de número 106.

    samir.elianUm pouquinho do contexto da covid-19 aqui em BH: No dia 28/02 houve o início dos sintomas do primeiro caso confirmado. E 18/03 é indicado como o dia do início da transmissão comunitária e início da fase de controle. A cidade permaneceu fechada por cerca de 2 meses para, então, no dia 25/05, iniciar uma reabertura que ocorreu em duas etapas e foi interrompida em 29/06, quando a cidade retornou à fase de controle. No dia 06/08, a prefeitura, novamente, iniciou a reabertura da cidade que hoje está funcionando com apenas algumas restrições de horário e de estabelecimentos. A reabertura se deu pela redução e estabilidade dos seguintes parâmetros: número de transmissão (RT) e ocupação de leitos de enfermaria e de UTI reservados para pacientes com covid.

    Nesses últimos dias comecei a me perguntar como andavam as notificações de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) na cidade… A dúvida era: será que os casos de covid estão reduzindo e os de SRAG estão elevados? Mas, no próprio boletim, a prefeitura informa que os casos confirmados consistem na soma de casos com resultado de exame positivo para COVID-19 que evoluíram ou nãopara óbito; e inclui casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave.

    A @lailanaciencia fez um post no Instagram comentandopontos relevantes na análise desses relatórios. Vale muito a pena dar um pulinho lá, já que não vou incorrer nessas colocações por aqui!

    Feitas as considerações, vamos analisar um pouquinho esses dados (boletim epidemiológico e assistencial #106 da Prefeitura de Belo Horizonte do dia 17/09/20):(boletim epidemiológico e assistencial #106 da Prefeitura de Belo Horizonte do dia 17/09/20):

    Boletim 1 1O boletim #106 mostra que, nesta data, a cidade possui 38.629 casos confirmados de covid-19 e um total de mortes confirmadas por covid-19 de 1.144. Considerando que a população de BH é estimada em 2.501.576 habitantes, a relação entre o número de casos e a população nos indica que 1,54% dos moradores da cidade foram contaminados e tiveram essa contaminação confirmada (esse número é provavelmente maior, mas não tenho ideia do quão maior, uma vez que muitos contaminados podem ter quadros assintomáticos ou leves e não procuram assistência para realização de testes, por exemplo).

    O gráfico abaixo nos mostra a evolução do número de casos confirmados por dia desde o início do primeiro caso em 28/02). Observe como ele aumenta até atingir um pico no dia 02/07 e então começa a redução. Os dados dos últimos dias podem estar defasados, mas para nossa linha de pensamento isso será irrelevante.

    Boletim 2 768x490

    Eu queria, então, saber como foi a evolução do número de transmissão (RT) ao longo do tempo. Esse dado não tinha nos boletins, então, tive o trabalho manual de ir abrindo os boletins e plotei o gráfico abaixo com os dados de ocupação de leitos de UTI (amarelo) e de enfermaria (verde), além do RT (linha vermelha).

    grafico RT 768x277

    Vemos que a ocupação dos leitos de enfermaria diminuiu de 60% para 38% e os de UTI de 80% para 45%. O comportamento do valor de RT, porém é bem diferente… Observamos seu menor valor (0,85) no dia 10/08, seguido por um aumento que se manteve acima de 0,9, chegando hoje a 0,97.

    Não tenho formação epidemiológica, mas essa situação toda que apresentei me pareceu muito estranha e tem me chamado muito a atenção. Por quê?

    A taxa da população comprovadamente contaminada é muito baixa (~1,5%), ainda que possa ser bem maior.
    Os casos (principalmente os mais graves) estão reduzindo, como vemos pelas taxas de ocupação de leitos e de novos casos confirmados.
    O RT está aparentemente aumentando e deve chegar/passar o RT=1 nos próximos dias, o que configuraria uma aceleração da doença)
    Não mostrei aqui, mas o boletim mostra que o número de testes (PCR e rápido) vêm diminuindo muito na cidade.
    Olhando para isso, pare que a conta não fecha… Foi então que… Bom, continue a leitura para saber o que aconteceu!

    A POSSÍVEL RELAÇÃO ENTRE O USO DE MÁSCARA, A REDUÇÃO DA GRAVIDADE DA COVID E O AUMENTO DA IMUNIDADE COLETIVA

    Foi então que… nesta semana saiu um artigo no The New England Journal of Medicine que trouxe um pouco de luz e acho que ajudou a colocar aquelas peças no lugar… Não é um artigo experimental, mas um artigo de opinião no qual os autores (Ganghi e Rutherford), a partir de diversas observações fazem comentários e propõem hipóteses… vem comigo pra gente entender as ideias desses autores e tentar montar esse quebra-cabeça!

    Há meses estamos falando e ouvindo falar sobre a importância do uso de máscara pela população. Elas têm um importante papel na redução da eliminação e dispersão de partículas virais a partir de pessoas infectadas e, também, reduz a carga viral inalada pelas pessoas suscetíveis à infecção. Isso seria ainda mais importante no caso de pessoas assintomáticas que transmitem o vírus sem nem mesmo saber que estão contaminadas. Podemos dizer que o uso das máscaras hoje é universal, ainda que estejamos vendo pela rua pessoas sem máscara ou usando-a de forma errada (no queixo; com o nariz de fora; pendurada na orelha).

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    Para muitas doenças infecciosas, a quantidade de microrganismos inoculados no indivíduo está relacionada à gravidade da manifestação de sintomas da doença. Para os vírus, entretanto, esse ainda é um ponto controverso. Os autores hipotetizam que a máscara, ao bloquear parte das partículas virais de serem inaladas, poderia ajudar a reduzir a gravidade da covid – que já sabemos tem diversas manifestações (de paciente assintomáticos, a pacientes que desenvolvem quadros de pneumonia, síndrome respiratória e morte).

    Ou seja: caso a hipótese de Gandhi e Rutherford esteja correta, as máscaras estariam contribuindo para o aumento de infecções assintomáticas pelo novo coronavírus (o SARS-Cov-2). Estimativas sugerem que os assintomáticos que no início da pandemia corresponderiam a 20% dos casos, hoje poderiam chegar a 80% nos locais em que o uso de máscaras é universal; além das consideráveis reduções nos números de covid grave e de mortes.

    O grande ponto de tudo isso seria que os pacientes com covid, mesmo aqueles assintomáticos e com sintomas leves poderiam desenvolver uma resposta imune contra o vírus… Assim, estaríamos passando por um momento no qual estaríamos aumentando a imunidade da população contra o vírus e, se chegarmos a um percentual grande da população, atingiríamos a imunidade coletiva (de rebanho). Este seria um processo semelhante à variolação/variolização que foi utilizada por muitos anos até a introdução da vacinação e que consistia em coletar material de pacientes com varíola e inocular em indivíduos suscetíveis à doença. Estes, por sua vez, desenvolviam uma infecção leve e ficavam imunizados.

    Observe que o uso de máscaras não induz imunidade nem produz anticorpo, mas ela cria condições que possibilitariam que o indivíduo entre em contato com uma quantidade reduzida de vírus e (aí, sim!) essa infecção induziria a resposta imunológica no hospedeiro.

    RESUMINDO A PROPOSTA DO ARTIGO…

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    CONCLUSÃO

    Apesar da redução de novos casos confirmados, a taxa de pessoas contaminadas em BH pode estar aumentando realmente (aumento do RT) mas grande parte dessas infecções pode ser assintomática ou leve – o que explicaria o número de leitos livres e a redução na realização de novos testes.

    O sucesso das medidas de prevenção nos dá a impressão de que elas são inúteis mas, como vimos, elas continuam muito necessárias! Isso tudo mostra que o uso universal das máscaras é muito importante tanto para a saúde individual quanto a coletiva.

    Lembre-se, a pandemia não acabou. Proteja-se!

     

    * SAMIR Elian é biológo-microbiologista, doutor em ciências pelo ICB, onde atua como técnico do departamento de Fisiologia e Biofisica da UFMG.

     

    REFERÊNCIA

    Gandhi M, Rutherford GW. Facial Masking for Covid-19 – Potential for “Variolation” as We Await a Vaccine. N Engl J Med. 2020 Sep 8. doi: 10.1056/NEJMp2026913. Epub ahead of print. PMID: 32897661.

     

    Este artigo foi originalmente publicado no blog Meio de Cultura, que integra a Rede ScienceBlogs Brasil e Blogs de Ciência da Unicamp

     

     

  4. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical publica obituário de Egler Chiari

    prof.Egler.Chiari.Obituáry.RSBMT.2020

    "No dia 4 de julho de 2020, nos despedimos de Egler Chiari, ilustre parasitologista, renomado pesquisador da doença de Chagas e, carinhosamente, “Professor” de todos ao seu redor, principalmente alunos e funcionários". Com essas palavras a professora da Universidade Federal do Triângulo Mineiro Eliane Lages Silva, uma das tantas alunas que ela cita, abriu o obituário Egler Chiari (★1934 †2020), publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Escrito em inglês, o texto reconhece e valoriza o trabalho e a vida deste professor emérito do departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), que "aos 86 anos, lúcido, e ainda contribuindo para o estudo da doença de Chagas, foi levado repentinamente pela covid-19". 

    LEIA O ARTIGO

    Egler Chiari (★1934 † 2020)
    Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.53 Uberaba 2020
    Epub Aug 26, 2020

    LEIA TAMBÉM

    Falecimento - Professor Egler Chiari (4/7/2020)

     

     

  5. ICB lança dicas de saúde mental no Dia Mundial de Combate ao Suicídio

    DoisPontos.ICB.2020No dia Mundial de Prevenção do Suicídio, 10 de setembro, a Assessoria de Comunicação e a Escuta Acadêmica do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG lançam Dois Pontos - um programa de Vida.

    A série de 10 episódios em áudio traz dicas dirigidas a estudantes e a servidores do Instituto, mas também estão disponíveis para quem se interessa pelo assunto ou conhece quem possa se interessar ou se valer dessas informações. Desde onde procurar ajuda até como se perceber ou se cuidar de forma mais proativa, a cada dia será lançada uma nova dica aqui, nesta notícia, e também nas redes sociais do ICB (SoundCloud, Youtube, Facebook e Twitter).

    As dicas foram gravadas por servidores e estudantes, sejam especialistas da área da saúde ou também colegas, conscientes do papel que todos temos na elevação da qualidade de vida do outro.

    Considerando que "Falar é a melhor solução", é bom saber que tem muita gente querendo te ouvir e te colocar em contato com gente especializada.

    A ideia, do estudante de Ciências Biológicas, Anderson Rodrigues, do interior do São Paulo, era contribuir para alertar a comunidade universitária - que está em isolamento social -, sofrendo os efeitos colaterais nefastos dessa situação inusitada e inesperada, para várias formas de se construir uma saúde mental mais sólida, assim como também alertar para a realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Anderson, que é bolsista da Assessoria de Comunicação Social e Divulgação Científica do ICB, também criou a arte que ilustra essa notícia e fez a edição final dos áudios. O menino é bom "demais da conta"!

    "Dois Pontos nos pareceu uma ideia síntese do nosso objetivo: citar a fala de alguém ou introduzir um esclarecimento ou explicação", afirma o jornalista Marcus Vinicius dos Santos, relatando que a escolha do nome do programa e dos convidados veio a partir de um longo processo de votação, do qual também participou ativamente Maria de Lourdes de Brito Melo, e também uma das convidadas dessa série. Coordenadora da Escuta Acadêmica, Malu, como é conhecida, desenvolve trabalho que prioriza o acolhimento aos estudantes de graduação e de pós-graduação do ICB, valorizando suas subjetividades e buscando contribuir para que cada indivíduo, único, possa ser capaz de encontrar uma melhor vivência de seu curso e de seu percurso acadêmico. Algo assim, como "o importante é o caminho, Gafanhoto!" (não entendeu a referência, dá um Google!).

    CONHEÇA A REDE DE APOIO DA UFMG (clique aqui)

    ESCUTA ACADÊMICA

    A Escuta Acadêmica do ICB é vinculada ao Centro de Graduação. A "escuta ativa" é a principal ferramenta utilizada. "Com todo o cuidado, respeito e sigilo profissional, o estudante é ouvido", esclarece Malu. Ela conta que o processo pode levar os estudantes a encontrarem um caminho para alguma dificuldade - interna ou externa - que possa comprometer sua vida acadêmica. "São abordadas questões que ultrapassam aspectos administrativos e acadêmicos, tentando revelar se o estudante vivencia alguma situação subjetiva ou de vulnerabilidade que interfere em seu processo educativo", afirma. Ela também conta que, além de buscas de soluções às demandas apresentadas e intermediações com outros setores, o serviço é desenvolvido em rede com os demais setores da Universidade e com os serviços suplementares de saúde (particular e SUS).

     

    OUÇA DOIS PONTOS -Um programa de Vida

    Produzido pelaAssessoria de Comunicação e pela Escuta Acadêmica do ICB UFMG, Dois pontos integra as atividades do Setembro Amarelo, mês integralmente dedicado à prevenção do suicídio, que está no Brasil desde 2015. Esperamos que você goste. Ouça e distribua, e ao distribuir, ouça o que diz o outro!

     Acesse:

    Playlist no SoundCloud

    Playlist no Youtube

     

    PROGRAMAÇÃO

    Programa 1(10/09/2020) - Diretório Acadêmico de Ciências Biológicas da UFMG - Ana Elisa - Estudante de Ciências Biológicas da UFMG

    SoundCloud ICB-UFMG

    YouTube ICBUFMG

    Programa 2 (11/09/2020) - Anderson Rodrigues - Estudante de Ciências Biológicas da UFMG

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    YouTube ICBUFMG

    Programa 3 (14/09/2020) - Ramon Cosenza - Neurocientista, médico e professor aposentado do departamento de Morfologia do ICB UFMG

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    YouTube ICBUFMG

    Programa 4 (15/09/2020) - Márcia Aparecida Fonseca - Psicóloga Clínica do Hospital das Clínicas da UFMG

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    YouTube ICBUFMG

    Programa 5 (16/09/2020) - Humberto Corrêa - Professor de Psquiatria e pesquisador da UFMG no campo da prevenção do suicídio

    SoundCloud ICB-UFMG

    YouTube ICBUFMG

    Programa 6 (17/09/2020) - Fabrício de Araúo Moreira -  Professor no Departamento de Farmacologia e pesquisador dos efeitos de drogas no ser humano no ICB UFMG

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    Programa 7 (18/09/2020) - Jacqueline Barbosa de Oliveira - Técnica do Laboratório de Imunorregulação de Doenças Infecciosas- Bioquímica

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    Programa 8 (21/09/2020) - Luciana Oliveira - Professora da Morfologia e subcoordenadora do Colegiado de Ciências Biológicas da UFMG

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    Programa 9 - (22/09/2020) - Teresa Kurimoto - Professora da Escola de Enfermagem, Membro efetivo da Comissão Permanente de Saúde Mental da UFMG. 

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    YouTube ICBUFMG

    Programa 10- (23/09/2020) -  Maria de Lourdes de Brito Melo - Coordenadora da Escuta Acadêmica do ICB UFMG

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    YouTube ICBUFMG

    #SetembroAmarelo; #ProtejaaVida; #VivaVida; #DoisPontos; #IcbUfmg

     

    MAIS INFORMAÇÕES

    - ESCUTA ACADÊMICA ICB (Somente para Estudantes de Graduação e Pós-graduação do ICB UFMG)

    ☎️  Tel: (31) 3409 2540 (nesse período de pandemia) 3409 2722 (do setor)
    💌  Email: escuta [AT] icb [DOT] ufmg [DOT] br
    📲  Telegram: https://t.me/joinchat/SX0KnhejO-cWUy6aLEBtCw
    ⌚   Horário 15h as 20h

    - REDE APOIO UFMG - Orientações para a comunidade universitária

    - PORTAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE - Sinais de alerta, como identificar e agir

    - CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA - Ligue 188, ou @CVVOFICIAL (Facebook ou Instagram), www.cvv.org.br

    - OUTROS LOCAIS QUE PODEM AJUDAR - LInks de site relacionados a Aporio emocional, Saúde Mental, Prevenção do Suicídio e afins

     - ALÔ VIDA- (31) 3444 1818 (programa de escuta às pessoas, semelhante ao CVV) - https://alovida.quererbem.org/ e https://pt-br.facebook.com/AloVida/

     

     

    (Atualizada em 22/9/2020, às 00h25)

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