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Portal do Instituto de Ciências Biológicas - ICB Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
  1. Literatura de Imigrantes é tema de Encontro Transdisciplinar

     

    03 2019 ENCONTRO TRANS IMIGRANTES CARTAZ

    Literatura de Imigrantes é o tema do Encontro Transdisciplinar que irá reunir a professora Cristina Cheveresan da West University of Timisoara, Romênia, e o professor Elcio Loureiro Cornelsen da Faculdade de Letras da UFMG no dia 25 de março, a partir das 14 horas, no Auditório A102 do Centro de Atividades Didáticas de Ciências Humanas - CAD2/UFMG.
    O encontro é aberto ao público amplo mediante inscrições gratuitas que devem ser realizadas com preenchimento de formulário eletrônico. Haverá emissão de declaração de comparecimento aos que solicitarem. https://goo.gl/forms/9zuTm8Iyzklv3sLh1
    A produção literária relacionada aos imigrantes será o foco das apresentações conduzidas pelos convidados. A professora Cristina Cheveresan irá trazer a experiência de duas reconhecidas escritoras americanas de origem latina, Julia Alvarez (dominicana) e Cristina Garcia (cubana), destacando como essas autoras percebem e ficcionalizam os processos de formação de identidade transnacional e negociação cultural, desencadeados pelas experiências e deslocamentos diaspóricos causados pelos notórios regimes de Trujillo, na República Dominicana, e Castro, em Cuba.

    A apresentação do professor Elcio Cornelsen versará sobre o romance O idiota do século XXI: um divã (título original: Der Idiot des 21. Jahrhunderts: Ein Divan), do escritor alemão Michael Kleeberg, publicado em 2018. Em especial, será enfocado o capítulo “Gottfried e Amir”, no qual os personagens que lhe dão título - um imigrante alemão do século XIX e um refugiado sírio do século XXI, numa cena inusitada, dialogam sobre suas vivências traumáticas de imigração, fuga e exílio.

    Encontros Transdisciplinares

    O Programa Encontros Transdisciplinares constitui-se de ciclos de conferências, palestras, mesas-redondas e debates em torno de questões de caráter avançado e/ou transdisciplinar desenvolvidas por pesquisadores, cientistas, intelectuais e artistas, vinculados ou não à UFMG. Abertos ao público amplo, esses eventos buscam promover o contato entre os diversos campos do conhecimento e estimular a cultura transdisciplinar em toda a UFMG.

     

  2. E-book reúne histórias de pesquisadoras brasileiras

    E book reúne histórias de pesquisadoras brasileiras

    Para marcar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, comemorado no dia 11 de fevereiro, o projeto Minas Faz Ciência, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), lançou o e-book Mulher faz Ciência: dez cientistas, muitas histórias.

    Com o objetivo de inspirar meninas e mulheres que tenham o desejo de seguir a carreira científica, a publicação reúne depoimentos de dez pesquisadoras com diferentes perfis e de vários estados brasileiros.

    Entre as cientistas retratadas estão a professora Rafaela Salgado, do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, premiada como talento promissor internacional por suas pesquisas sobre novos medicamentos para doenças negligenciadas pela indústria farmacêutica, e a estudante Ingrid Spangler, de Ciência da Computação da UFMG, finalista de uma competição de hacking, modalidade ainda considerada território predominantemente masculino.

    “Quando analisamos estatísticas do mundo inteiro, apenas um terço dos cientistas são mulheres. Quando analisamos os cargos mais elevados, só cerca de 10% são ocupados por mulheres. Então, ainda temos um problema, sim, de desigualdade”, observa Rafaela Salgado. Ouça o depoimento:

    https://soundcloud.com/user-657979687/rafaela-salgado

    Na obra, também estão cientistas pioneiras como a astrônoma da Nasa Rosaly Lopes, recordista mundial na descoberta de vulcões, e as físicas Márcia Barbosa, da Academia Brasileira de Ciências, e Sonia Guimarães, primeira mulher negra a obter o título de doutora em Física no Brasil.

    Há também jovens que ganharam projeção nacional e internacional, como a cearense Myllena Crystina da Silva, técnica em meio ambiente que descobriu um novo material para ajudar a conter vazamentos de petróleo.

    Completam a lista Fernanda Staniscuaski, bióloga gaúcha, fundadora do projeto Parent in Science, Natália Oliveira, bióloga e pesquisadora da genética forense em Pernambuco, e Priscila Gama, arquiteta mineira, criadora do aplicativo Malalai.

    O e-book Mulher faz ciência: dez cientistas, muitas histórias tem produção e redação da jornalista Alessandra Ribeiro, diagramação da publicitária Fatine Oliveira e colaboração do desenvolvedor web William Araújo, responsável pelo website do livro.

    Todos são integrantes do projeto de divulgação científica Minas Faz Ciência, vinculado ao Programa de Comunicação Científica e Tecnológica da Fapemig.

    O avanço da liderança feminina em pesquisa na UFMG, na última década, foi abordado em reportagem no Portal UFMG.

    (Com Assessoria de Comunicação da UFMG)

  3. ICB oferece aulas de pilates funcional para alunos e servidores

    Design sem nome 9

    Demanda por mais qualidade de vida fez com que o ICB ganhasse suas próprias turmas de Pilates Funcional. A atividade, que tem o objetivo de trazer benefícios para o corpo e para a mente de professores, alunos e técnicos. O projeto nasceu de uma parceria do NAPG, gerência dos Recursos Humanos e a diretoria do ICB.

    A instrutora das aulas Eleanor Esposito, que integra a equipe de professores do Projeto de Pilates da Faculdade de Fisioterapia da UFMG, é Mestre em Ciências das Atividades Esportivas Preventivas e Adapatadas pela Universidade de Rima (Itália), ela reforça a importância do Pilates ser uma “atividade completa”, não só no quesito muscular, mas também mental. "A presença de pessoas de funções e faixas etárias variadas faz com que cada um procure as aulas por razões diferentes, tendo benefícios diferentes como resultado", afirma. 

    As aulas de Pilates Funcional acontecem no Espaço de Qualidade de Vida e Bem-estar, localizado no saguão do ICB, todas as terças, quintas, quartas e sextas em diferentes horários.

  4. Quer contribuir na reconstrução de Brumadinho? Cadastre-se no Participa UFMG

    UFMG

    Representantes de instituições, coletivos e movimentos sociais que queiram integrar o Programa Participa UFMG-Brumadinho podem se cadastrar, até o dia 15 de fevereiro, por meio de formulário eletrônico disponibilizado pela Pró-reitoria de Extensão da Universidade.

    A intenção é construir uma agenda de troca, interlocução e cooperação continuada entre os membros do Programa, em diálogo com outros atores da sociedade, como apoio da UFMG à população atingida pelo rompimento da barragem do Feijão, da Vale, ocorrido em Brumadinho, na última sexta-feira, dia 25 de janeiro.

    Na próxima segunda-feira, 4 de fevereiro, haverá mais uma reunião na UFMG de organização de grupos e também de atividades mais diretas de extensão e pesquisa em benefício da população e do território atingidos.

    O encontro será realizado às 14h, no Auditório 106 do Centro de Atividades Didáticas de Ciências Exatas (CAD 3), campus Pampulha. O objetivo é estruturar grupos de trabalho para ações de médio e de longo prazos. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail participaufmg [AT] ufmg [DOT] br.

    NOTÍCIA RELACIONADA

    NOTA DE APOIO - Barragem de Brumadinho

    (Com Portal de Notícias da UFMG)

  5. Mídia - Patógenos humanos são resistentes aos agrotóxicos

    Cryptococcus neoformans

    A pesquisa realizada por meio de uma parceria entre o Departamento de Micologia na UFMG e do Instituto Pasteur, em Paris, mostra que agrotóxicos podem deixar fungos, que causam doenças em humanos, mais resistentes aos medicamentos disponíveis no mercado

    Com o intuito de investigar quais são esses efeitos indiretos, Rafael Bastos, doutor em microbiologia pelo Programa de Pós Graduação em Microbiologia do ICB, pesquisou em seu doutorado as influências de antifúngicos usados para tratar doenças de plantas nos fungos que causam doenças em humanos e que vivem no ambiente.

    ”Nós sabemos que existem fungos que causam problemas em humanos e animais. Por exemplo, micoses, meningite, entre outros. No mundo inteiro, cerca de 1,5 milhão de pessoas morrem por causa desse tipo de infecção. Isso acontece porque há poucos medicamentos para tratar as doenças causadas por fungos. Além disso, as poucas drogas que existem, não são eficientes, pois os fungos se tornaram resistentes aos medicamentos”, explica.

    Leia o restante da matéria em: Patógenos humanos são resistentes aos agrotóxicos

    (Mídia é uma tentativa da ACbio de reunir notícias sobre o ICB)

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