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De olho na saúde dos profissionais que saem do clima tropical brasileiro para o ambiente gelado da Antártica – as temperaturas podem chegar a -50ºC – um grupo de pesquisadores acompanha, de perto, como as pessoas se adaptam à mudança brusca. O projeto Mediantar, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (ICB/UFMG), investiga a adaptação do ser humano às condições extremas de sobrevivência na Antártica.

Para isso, são feitas medições da pressão arterial e da temperatura interna e da pele; coleta de urina, saliva e sangue – em gotículas que são transportadas congeladas, para a análise das amostras após o retorno ao Brasil. Também são observadas variações nos níveis de hormônios, frequência dos batimentos do coração e até mesmo o estado de humor das pessoas que passam por esse tipo de experiência.

Uma das coordenadoras do trabalho é a professora Rosa Arantes, do ICB. Ela conta que, além do frio, há outros desafios a serem enfrentados, como a paisagem monótona e o isolamento. As expedições científicas costumam durar quase seis meses, durante o verão antártico. Nesse período, as temperaturas são mais amenas (para os padrões antárticos): em torno de – 5ºC, nos acampamentos. As pessoas dormem em uma barracas individuais e compartilham outras, usadas como cozinhas e laboratórios.

“O interesse é levantar o maior número possível de informações relacionadas aos processos de adaptação dos cientistas e militares que se deslocam anualmente para a Antártica: os desafios físicos e psicológicos em ambientes isolados e frios”, diz.

Leia o restante da matéria em: Você é forte o bastante para uma aventura na antártica?

(Mídia é uma tentativa da ACbio de reunir notícias sobre o ICB)

*Imagem: Imagem de robynm por Pixabay

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