O ranking é montado a partir de uma combinação de métricas
A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aparece com 56 pesquisadores entre os mais citados do mundo no ranking internacional desenvolvido por cientistas da Universidade de Stanford (EUA). Entre os nomes da Universidade, pelo menos dez pesquisadores são vinculados ao Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG. A lista, referente a 2024, mede o impacto e a visibilidade da produção científica com base em dados da plataforma Scopus, uma das maiores bases de citações acadêmicas do mundo.
O levantamento utiliza um indicador composto, conhecido como c-score, que combina diferentes métricas, como o índice H (índice criado em 2005 para medir a produtividade e o impacto científico de um pesquisador), o índice H ajustado ao número de coautores e o número de citações conforme a posição de autoria — autor único, primeiro autor ou último autor. Esse método permite avaliar não apenas a quantidade de citações, mas também a relevância e a liderança dos pesquisadores nas publicações, excluindo as autocitações.
Para o site de notícias BHAZ, o pró-reitor de Pesquisa da UFMG, Fernando Reis, afirma que “É motivo de orgulho saber que a universidade produz ciência de qualidade, com visibilidade mundial, e que colabora em alto nível com as melhores instituições científicas e tecnológicas do Brasil e do mundo”.
Este feito evidencia o papel de destaque do ICB UFMG no cenário científico nacional e internacional. O resultado reforça a qualidade, a relevância e o impacto global das pesquisas realizadas no ICB UFMG, que seguem contribuindo de forma significativa para o avanço do conhecimento em diversas áreas da biologia e da saúde.
Redação: Timóteo Dias