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Informações falsas sobre testes de covid-19

O Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) esclarece que não é verdadeira a informação que circula em redes sociais acerca de testes que o ICB supostamente estaria realizando para detecção do novo coronavírus, ao custo de R$ 0,80. O texto da mensagem que chegou ao conhecimento desta Unidade confunde duas pesquisas distintas e nenhuma delas oferece opção de testagem da população.

A pesquisa sob a liderança do professor Rodolfo Giunchetti, do Laboratório de Biologia das Interações Celulares do ICB da UFMG, desenvolveu um teste para detecção rápida de covid-19, mas este ainda não está disponível no mercado. O valor unitário de R$ 0,80 foi estimado pelo cientista para custeio pelo laboratório e não corresponde, necessariamente, ao preço que será pago pelo consumidor final. Essa pesquisa, desenvolvida na UFMG, não contempla a produção do kit, mas limita-se ao desenvolvimento da tecnologia. A produção fica a cargo da indústria farmacêutica. No entanto, apesar da tecnologia já ter sido depositada no INPI, ainda não está licenciada e não há informações, até o momento, sobre empresas interessadas no licenciamento dessa patente.

Outra pesquisa, que visa a validação científica de um teste detector do novo coronavírus a partir de amostras de saliva e uso de metodologia que envolve aparelho capaz de medir a emissão de luz, está sendo realizada apenas no ICB e com grupo restrito de voluntários, no município de Caeté. A pesquisa é desenvolvida por um consórcio de laboratórios mineiros, do qual faz parte o Laboratório de Genética Celular e Molecular (LGCM) do ICB da UFMG, sob a liderança do professor Vasco Ariston de Carvalho Azevedo. A participação na pesquisa não é aberta à população em geral.

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