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Banner.Etapa1.RetomadaServidor cuja atividade presencial seja imprescindível e que tenha sido autorizado a retornar pela Diretoria deve seguir normas de biossegurança da UFMG e assumir zelo maior com sua saúde e a dos outros

 

Após sete meses exercendo suas atividades prioritariamente a distância - por causa da pandemia de covid-19 - a UFMG inicia seu “Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto”. Oficialmente no ICB os procedimentos foram iniciados no dia 28 de outubro.

De forma gradual e segura, as rigorosas diretrizes que orientam a retomada presencial de atividades não transponíveis para o espaço virtual estão propostas em documento que prevê para esta primeira etapa o retorno de até 20% dos servidores e pesquisadores.

Reprodução.Capa.Plano.Retomada.UFMGBAIXE O PLANO DE RETORNO UFMG

O retorno seguro de atividades presenciais segue as condições e pré-requisitos claramente definidos no “Protocolo de biossegurança, reorganização dos espaços físicos e monitoramento da UFMG”, elaborado com participação de especialistas da Universidade e divulgado ainda em 24 de julho.

BAIXE O PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA DA UFMG

O Plano para retorno presencial se baseou tanto neste protocolo de biossegurança quanto em outros trabalhos da Assessoria técnico-científica do Comitê de Enfrentamento do Novo Coronavírus da UFMG e da Comissão de Acompanhamento designada pelo Conselho Universitário, tendo sido o mesmo apresentado e debatido no Conselho de Diretores, no Cepe e no Conselho Universitário. Após discussões internas, as diretorias de unidades e órgãos enviaram sugestões de aprimoramento.

NO ICB

Segundo o diretor do ICB, o microbiologista Carlos Augusto Rosa, é muito importante deixar bem claro que não se trata de volta ao trabalho normal do Instituto, mas de uma tentativa de retorno planejado, gradual e monitorado das atividades que realmente não possam ser realizadas a distância, esclarece.

Ele pede que os servidores da UFMG - e todas as pessoas -, se lembrem de que a pandemia não acabou e que o momento continua sendo de isolamento. “Mas, quem precisar muito retornar ao trabalho presencial deve observar com o máximo rigor todas as normas para retorno e os itens de biossegurança”, destaca, orientando também que seja prestada mais atenção a detalhes antes corriqueiros, como o uso da garrafinha de água, que deve preferencialmente ser trazida de casa. As refeições devem ser feitas em casa sempre que possível.

A entrada no ICB está permitida apenas aos servidores, estudantes e pessoal terceirizado cadastrados e que se comprometeram a observar fielmente as diretrizes estabelecidas no Plano de Ação. Dentre as orientações que o documento traz, cinco exigências primordiais para mitigar o contágio da covid-19 são obrigatórias:

1- uso de máscara
2- distanciamento social e higiene das mãos
3- etiqueta respiratória
4- uso de máximo duas pessoas por vez nos banheiros,
5- capacidade de rastrear parceiros nos serviços locais

O Instituto de Ciências Biológicas foi devidamente sinalizado com essas e outras orientações, inclusive com indicação do sentido único de entrada (Bloco G) e saída (Bloco D). Também foram instalados dispensadores de álcool gel 70% e tapetes sanitizantes na Portaria de entrada. Outros cartazes educativos indicam a limitação de uma pessoa só em cada viagem do elevador, além das demais orientações de biossegurança.

MENOS GENTE, MAIS SEGURO

O Plano de Retorno é gradual e prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades não adaptáveis ao remoto. Cada etapa é definida pelo número máximo de pessoas (servidores, estudantes e trabalhadores terceirizados) que circulam na unidade simultaneamente, representando um teto de ocupação para cada setor ou espaço físico.

Essa restrição visa exatamente reduzir significativamente o número de pessoas circulando em cada unidade, o que vai garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos.

Na etapa 1, o teto de ocupação é de 20%, e o pré-requisito é que a cidade esteja em nível de alerta verde ou amarelo há pelo menos quatro semanas consecutivas. O critério de percentagem das equipes deverá ser combinado ao da viabilidade de distanciamento social.

Ainda sem data prevista, a segunda etapa elevará o limite de ocupação dos prédios para 40%. Para isso, será necessário que a cidade esteja em alerta verde há dois meses, no mínimo, e que não tenha ocorrido surto da doença na UFMG.

O aumento gradual das atividades presenciais até o retorno pleno estará condicionado ao controle da pandemia ou à existência de vacina eficaz e disponível para cobertura ampla da população.

A evolução para cada uma das novas etapas será autorizada exclusivamente pela Reitoria, com base na assessoria do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus e da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário. Essa avaliação será orientada pelos indicadores epidemiológicos e assistenciais das cidades de Belo Horizonte e Montes Claros, segundo o grau de adesão da comunidade da universidade às medidas comportamentais e ausência de surtos. Caso haja recrudescimento da epidemia, as atividades presenciais poderão ser suspensas.

Algumas atividades, anteriormente fora do rol das essenciais, que não se adaptam à execução remota precisam ser planejadas e receber investimentos adequados para seu retorno planejado e gradual, em cumprimento ao relevante papel social que exercem.

RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL

Para a enfermeira Catarina Coelho, do Departamento de Assistência à Saúde do Trabalhador (Dast), o protocolo de biossegurança da UFMG recomenda que todos façam autoavaliação de seu estado geral, a partir de quatro perguntas. Sair de casa, segundo ela, só seria responsável se a resposta para “todas” as quatro forem “Não”:

Eu apresento sintomas de covid-19 ou de outra doença infecciosa?
Apresentei sintomas sugestivos de covid-19 há menos de 14 dias?
Tenho alguma condição de vulnerabilidade? (idade superior a 60 anos, doença crônica, como cardiopatias, hipertensão, diabetes, gravidez)
Alguém de meu convívio teve diagnóstico positivo de covid-19 há menos de 14 dias?

Se a resposta for “Sim” para alguma das perguntas, a recomendação de todas as agências de saúde é “fique em casa”, protegendo outras pessoas com o isolamento social, usando máscara e fazendo constante higienização das mãos. Se for servidor da UFMG, a pessoa deve comunicar à chefia imediata, que oficialmente deverá fazer o comunicado ao Dast.

 

 

(Com informações de Agência de Notícias da UFMG)

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